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Tipos de Frase

Tipos e Formas de Frase

Nomes: formação do feminino e do plural

Nomes: formação do feminino

Nomes: formação do plural

Nomes colectivos

Graus dos adjectivos



Bom estudo!
E fiquem com esta bela imagem que corre mundo inteiro.


"Não há ninguém
que precise tanto de um sorriso
como aquele que não sabe mais sorrir."

Autor desconhecido

A Raposa e a Cegonha

Teve um dia a raposa a fantasia
De convidar para a ceia a Comadre Cegonha.
A raposa é mesquinha: só havia
Umas papas de milho, uma vergonha…
E o pior deste caso
É que as mandou servir num prato raso.
Dona Cegonha bem estendia o bico:
Debicou, debicou – mas não comeu fanico.
E a raposa atrevida
Lambeu as papas todas de seguida.

Dias mais tarde, para se vingar,
Foi a vez de a cegonha a convidar.
«Com muito gosto», volve a outra a toda a pressa,
«Eu não sou de cerimónias, ora essa!»
E à hora combinada, à hora em ponto,
Lá foi bater à porta da cegonha.
Entrou, cumprimentou muito risonha,
E achou o jantar pronto.
Do apetite não lhes digo nada,
Que a raposa anda sempre esfomeada,
E toda se lambia
Ao cheiro que sentia
Da vitela guisada…
Serviram-lhe o pitéu, para a castigar,
Numa vasilha de gargalo esguio.
O bico da cegonha, esse, podia lá entrar…
Mas o focinho da comadre era de outro feitio.
Lá voltou em jejum para casa, corrida,
De rabinho entre as pernas e de orelha caída.

Manhosos aldrabões, o conto é para vocês,
Já ficam avisados:
Há-de chegar-lhes, tarde ou cedo, a vez
De serem enganados.

La Fontaine, Fábulas, Editorial Verbo






Indica a moralidade desta fábula.

A Cigarra e a Formiga

Como sabes, A Cigarra e a Formiga é um dos clássicos do escritor Jean de La Fontaine, autor de fábulas conhecidas em todo o mundo.

Lê a versão da fábula escrita pelo poeta português Bocage e visiona o vídeo que apresenta a versão da Disney.

Assinala as principais diferenças entre as duas versões.


A Cigarra e a Formiga

Tendo a cigarra, em cantigas,
Folgado todo o Verão,
Achou-se em penúria extrema,
Na tormentosa estação.

Não lhe restando migalha
Que trincasse, a tagarela
Foi valer-se da formiga
Que morava perto dela.

Rogou-lhe que lhe emprestasse
Pois tinha riqueza e brio,
Algum grão com que manter-se
‘Té voltar o aceso Estio.

– Amiga – diz a cigarra –,
Prometo, à fé de animal,
Pagar-vos, antes de Agosto,
Os juros e o principal.

A formiga nunca empresta,
Nunca dá; por isso, junta.
– No Verão, em que lidavas?
– à pedinte ela pergunta.

Responde a outra: – Eu cantava
Noite e dia, a toda a hora.
– Oh! Bravo! – torna a formiga. –
Cantavas? Pois dança agora!

Versão de Bocage, Fábulas de La Fontaine, Edições Vega


Versão da Disney




Até amanhã! E não te esqueças:

Não penses só em divertir-te, como fez a Cigarra.
Trabalha e pensa no futuro, como a Formiga.

:)

Nomes: formação do plural

Indica o plural dos seguintes nomes:


1. avestruz; 2. cidadão; 3. capitão; 4. caracol

5. funil; 6. atum; 7. amor-perfeito

8. couve-flor; 9. terça-feira; 10. recém-nascido

Casamento

Casei um cigarro
com uma cigarra,
fizeram os dois
tremenda algazarra
porque o cigarro
não sabe cantar
e a cigarra
detesta fumar.

Não digam que errei
(mania antipática!)
só cumpri a lei
que manda a gramática.


Luísa Ducla Soares

Ilustração: Ana Cristina Inácio


NOTA:

Há nomes que, aparentemente, são o masculino e o feminino um do outro, mas designam realidades diferentes.
Exemplos: o banho - a banha; o porto - a porta; o cigarro - a cigarra; o cavalo - a cavala.

Nomes colectivos

Completa as seguintes frases:

1. Uma cáfila é um conjunto de _____________.

2. Um cancioneiro é um conjunto de _____________.

3. Uma legião é um conjunto de ____________.

4. A um conjunto de actores chamamos _____________.

5. A um conjunto de navios chamamos _____________.

Lenda da Lagoa das Sete Cidades

Lenda da tomada de Faro aos Mouros

Parte das forças que atacaram o Castelo de Faro fora colocada no largo actualmente chamado de São Francisco, e estas forças eram comandadas por um brioso oficial, robusto e formoso rapaz, solteiro. Este oficial pôde ver, em certa ocasião, a formosa e gentil filha do governador mouro e dela ficou enamorado. Em certo dia conseguiu o oficial que a sua namorada o recebesse em curto rendez-vous dentro do castelo, combinando-se que o mouro intermediário lhe abrisse, alta noite, a porta, hoje da Senhora do Repouso.
À hora marcada, entrou o oficial no castelo e aí em doce colóquio se entreteve com a dama dos seus encantos. À hora de sair, acompanhou ela o seu querido namorado até à porta do castelo, levando consigo um irmão, criança de oito anos.
Quando se aproximaram da porta, disse-lhes o escravo que da parte de fora estava muita gente, pois que mais de uma vez lhes chegavam aos ouvidos vozes abafadas.

O oficial, segurando nos braços a moura gentil, viu-se em eminente perigo. Avançou para fora com a moura e, quase ao transpor a porta, hoje conhecida pela Senhora do Repouso, notou que tinha nos braços não uma formosa jovem, mas apenas uns farrapos, que se desfaziam à mais pequena e leve aragem.
Olhou para o lado pela criancinha e não a viu. Então teve a profunda e tristíssima compreensão da sua desgraça. Caiu no chão sem sentidos.
Nesse momento acudiram as forças do Mestre e de D. João de Aboim e os mouros tinham sido forçados a entregar o castelo, mediante uma avença com o Rei D. Afonso.

O oficial dirigiu-se à porta do castelo. Ao entrar pelo Arco da Senhora do Repouso viu ao lado esquerdo a cabeça de uma criança que se assomava por um buraco.
– O que fazes aí, menino? – perguntou o oficial, conhecendo o irmão da sua namorada.
– Estamos aqui encantados: eu e a minha irmã.
– Quem vos encantou?
– O nosso pai. Soube por uma espia que levavas nos braços a minha irmã acompanhada por mim e, invocando Allah, encantou-nos aqui no momento em que transpunhas a porta. Por atraiçoarmos a santa causa do nosso Allah aqui ficaremos encantados.
– Por muito tempo?
– Enquanto o mundo for mundo

Anedotas

Um caracol ia a atravessar a estrada e foi atropelado por uma tartaruga.
Quando acordou nas urgências do hospital perguntaram-lhe o que é que lhe tinha acontecido:
- Como é que quer que eu saiba?!?!? Foi tudo tão depressa!!!!!

Iam duas moscas numa mota.
Diz a mosca de trás para a mosca da frente:
- Ó pá, pára aí, que me entrou um mosquito para o olho!...

Um elefante pisa uma pulga.
A pulga sai debaixo da pata do elefante, olha para ele refilando, e diz-lhe:
- Vê lá se gostavas que te fizesse o mesmo!

Classe dos Nomes

1. Descobre o FEMININO dos nomes apresentados.


2. Preenche um crucigrama (palavras cruzadas) com NOMES COLECTIVOS.



P.S.: Clica nas imagens.

Provérbios

Completa os seguintes provérbios:


1. Depois da tempestade vem a _________________.

2. Quem canta seus __________________ espanta.

3. Mais depressa se apanha um __________________ do que um coxo.

4. Quem espera sempre __________________.

5. Cada terra com seu uso, cada roca com seu _________________.
 
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